Primeiro gostaria de explicar o termo “autoestima” conforme a língua portuguesa. Não sou profissional na matéria, mas gostaria de esclarecer um ponto: Muitas pessoas usam o termo “baixa estima” – fulano tem “baixa estima” eu tenho “baixa estima” – quando na verdade querem dizer “baixa autoestima” que é o contrário de “boa autoestima” ou “autoestima alta”.

Vamos analisar primeiro o termo “autoestima”: “Autoestima” significa a estima, a consideração que a pessoa tem de si próprio. O termo “auto” tem o mesmo sentido que na palavra autoconhecimento – o conhecimento que a pessoa tem de si mesmo. O mesmo vale para autocontrole (Controle de si mesmo), autoconfiança (Confiança em si mesmo) e etc…

Observe que “Auto” é diferente de “Alto” – este ultimo é o contrário de baixo. Então se, você quer dizer que alguém não tem autoconfiança, você pode falar “fulano tem uma autoconfiança baixa ou pequena, ou uma baixa autoconfiança (Soa estranho assim?). Se você quer dizer que alguém tem muita autoconfiança, você pode dizer que fulano tem uma autoconfiança alta.

Somos afetados constantemente por interferências externas. Quanto mais baixa for a nossa autoestima, mais seremos afetados.

O que seriam essas interferências? São coisas que acontecem independente da nossa vontade, muitas vezes provocadas por terceiros: Críticas, frustrações, erros, fracassos, rejeição, mágoa, culpa e etc…

Observar a sua reação diante desses fatores vai dizer muito pra você a respeito da sua autoestima. Pessoas que se magoam facilmente, sentem muita culpa, não aguentam ser criticadas, ficam com raiva por qualquer coisa, não sabem lidar com frustrações, erros, fracassos, sentem-se rejeitadas, desistem facilmente de tudo… Tudo isso é sinal de problemas na autoestima.

Obviamente, todos são afetados, em maior ou menor intensidade. O ideal é que esse nível de incômodo seja o mínimo possível, pra que não cause transtornos na sua vida.

Outros sinais que indicam existir pontos fracos na autoestima: Criticar e julgar os outros, rejeitar e tratar mal as pessoas, ter necessidade de ser o centro das atenções, ser arrogante, necessidade de gabar, contar vantagem, colocar outras pessoas pra baixo…

Observe que normalmente não percebemos que esses comportamentos estão ligados as fragilidades emocionais que a pessoa carrega. A gente chega a pensar que essas pessoas se acham superiores e que teriam até um excesso de autoconfiança.

Pode até ser que elas pensem que se acham superiores. Mas, quando alguém critica, rejeita, coloca alguém pra baixo, é arrogante, se gaba demais, por mais confiante que a pessoa possa parecer agindo dessa maneira, na verdade, por trás de tudo isso existem muitas fragilidades na autoestima.

Quem é “vítima” de pessoas assim normalmente se afeta bastante. E por que somos afetados? Por que todos nós temos pontos fracos na nossa autoestima.

Outros pontos importantes de se observar: Ter dificuldade em receber elogio e se colocar pra baixo (Mesmo quando é de forma bem humorada, fazendo piada de si mesmo), viver contando pobreza e dificuldades, se achar feio, contar defeitos físicos, timidez, se sentir vítima da vida e dos outros, colocar a própria profissão pra baixo, ter pena de si mesmo, ser perfeccionista demais, se culpar quando algo dá errado, não se perdoar pelos erros, fazer coisas para agradar os outros contra a própria vontade… Essa lista pode não ter fim.

Aproveitando o tema da autoestima, elaborei um teste pra que você avalie como anda a sua. O mais importante desse teste não é a nota que você vai chegar no final, e sim, a reflexão que cada pergunta vai trazer à tona pra você. O teste você acessa neste link: Teste e Veja Como Está a Sua Autoestima.

Muitas pessoas ao receber um elogio, logo discordam ou falam sobre um defeito que tem. Enquanto uns estão sempre contando vantagem e sendo arrogantes, outros estão sempre se colocando pra baixo. Nesses casos, pelo senso comum, é mais fácil a gente perceber que essa pessoa tem problemas na sua autoestima.

Pare então para observar como as pessoas estão tratando você, e como você vem reagindo quando não é tratado da forma que gostaria.

Observe também o que você fala a seu respeito no seu diálogo mental interno ou na conversa que você tem com outras pessoas. Tudo isso vai dar a você muitos indicadores sobre como anda sua autoestima.

Quando somos criança, não temos muita escolha e somos afetados de uma forma muito contundente pela forma como somos tratados pelos outros, especialmente nossos pais e outras figuras importantes em nossas vidas. Podemos por isso desenvolver uma autoestima frágil, baixa.

Vou escrever em outra oportunidade a respeito do estrago que pode ser causado na autoestima de uma criança, com atitudes e comentários (Mesmo aquelas atitude e comentários que são aparentemente “inocentes”), gerando consequências negativas na vida adulta.

Essas marcas podem ser profundas e vão influenciar o seu comportamento pelo resto de sua vida. A não ser que você tome consciência do conteúdo emocional que está guardado, e que possa trabalhá-lo no intuito de dissolver e liberar toda negatividade.

Fazer isso sozinho pode ser difícil e demorado. Felizmente, hoje existem ferramentas terapêuticas maravilhosas que ajudam a identificar e dissolver esse conteúdo emocional, acelerando de forma exponencial o seu crescimento pessoal. Eu utilizo, em meus atendimentos, cursos e treinamentos, a Técnica da EFT (Clique Aqui e solicite o Manual Gratuito para aprender a dissolver emoções e pensamentos negativos em minutos).

Um forte abraço!

André Lima.

PS.: Se você gostou desse artigo e acredita que esse conhecimento pode ajudar outras pessoas, então clica em Curtir em algum lugar dessa página. Vou ficar muito grato a você!